A ex-modelo lançou seu segundo livro, “Desejos da Alma”, durante a Expo Cristã em São Paulo.

 

Com os cabelos escuros e mais curtos, Andressa Urach chegou pontualmente às 14h para iniciar a tarde de autógrafos de seu novo livro, “Desejos da Alma”, fazendo o lançamento oficial na 15ª Expo Cristã, em São Paulo.

Vestida com calça e blazer rosas, Andressa pediu para contar seu testemunho rapidamente antes de iniciar a coletiva de imprensa e atender dezenas de leitores que estavam no estande da UNIPRO com seus exemplares em mãos.

Suas primeiras palavras foram: “Eu não sou mais aquela mulher da Fazenda. Aliás, quero pedir perdão a vocês pelo que vocês assistiram”.

Há quatro anos Andressa se tornou evangélica, sua conversão foi após uma complicação de saúde que a levou a morte.

Ela realmente morreu, seu coração parou de bater por alguns minutos e antes de ela voltar a viver, ela viu um espírito mal indo buscar a sua alma e desde então resolveu mudar de vida.

“Deus me deixou viva para mostrar que é possível mudar”, declarou ela. E durante a entrevista concedida exclusivamente ao Gospel Prime, Andressa falou sobre essas mudanças.

Livre das drogas, ela mudou completamente suas atitudes e também a sua aparência.

Aquele olhar rápido e a fala cheia de palavrões que foram mostrados na 6ª edição do reality show da Rede Record, não se parece nem de longe com a mulher de fala calma, que fala olhando para os olhos da entrevistadora, declarando a todo o tempo que teve um encontro com o Espírito Santo.

Foi essa experiência que a fez largar as drogas e se abster do sexo. Mas essa luta contra os desejos da alma não foi fácil, por isso ela resolveu transformar em livro essas experiências, inclusive a de ter se envolvido com seu ex-marido antes de estarem casados novamente.

“Isso não agrada a Deus [sexo antes do casamento], vai contra a Palavra e me trouxe muita culpa. Então eu acabei me casando, mas só de ser jugo desigual, como diz a Palavra de Deus, já estava errado. Eu fui ansiosa, eu achei que poderia converter qualquer pessoa. Eu sabia que não era a vontade de Deus e tentei reconstruir meu casamento com as minhas próprias mãos. O que começa errado, termina errado”.

A experiência foi difícil, mas lhe ensinou algo: “Não tem como você se casar com uma pessoa que não é da mesma fé. Eu senti isso na carne e digo que não vale a pena, você só vai se prejudicar espiritualmente”.

Questionada se sentia falta de algo que ela tinha no passado como a vida de glamour, festas e badalação, Andressa negou.

“O Senhor Jesus me completa, ele me ensinou a dar valor às coisas simples. Hoje eu gosto do silêncio, de estar em casa, não preciso sair de casa para estar feliz. Eu gosto de ficar em casa lendo a Bíblia, de estar com meu filho. Coisas que parece ser pequenas, mas que tem muita importância pra mim”, disse.

“O livro fala para as pessoas que ela não vai encontrar no mundo o que só Deus pode dar”, continuou ela. A ex-modelo buscava nas festas e nos vícios preencher um vazio da alma que hoje está ocupado pelo Espírito Santo.

Para chegar neste estado, ela contou com o apoio de pastores que a ajudaram a entender melhor as coisas espirituais, um acompanhamento que pra ela é muito importante que novos convertidos tenham.

“É sempre bom ter pessoas de Deus ao seu lado, pessoas que conhecem a Palavra e vão te dar orientações dentro da Palavra. Você é um bebezinho [na fé] então você precisa aprender tudo novo, é necessário ter alguém para te orientar”, relatou.

A mudança de Andressa Urach após a conversão gera muitos comentários maldosos nas redes sociais. Pessoas que acham que uma pessoa como ela, que experimentou as drogas e a prostituição, não podem se arrepender e ela confessa que também já pensou assim de outras pessoas.

“Eu pensava: essa pessoa aprontou e agora quer virar santa. Está se escondendo atrás da Bíblia”, confessou. 

São palavras como essa que ela recebe em suas redes sociais, mas isso não a incomoda.

“A Bíblia diz que devemos ficar felizes por sermos perseguidos por conta do nome de Jesus. Isso quer dizer que estou agradando a Deus. Então, quanto mais falam de mim, mais eu entendo que estou agradando a Jesus e hoje eu sei que estou salva e a minha salvação é o meu bem mais precioso, sei que tudo aqui é passageiro”.

 

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, gravou um vídeo para chamar líderes evangélicos a participarem dessa campanha

O Natal é um período de comunhão, celebração e festa. Mas para milhares de famílias venezuelanas, essa época do ano pode ser marcada por muita tristeza e escassez.

O projeto Brasil do Bem, idealizado pelo empresário Carlos Wizard, tem procurado líderes evangélicos que possam abrir as portas de suas casas ou igrejas para acolher famílias venezuelanas durante o Natal.

A organização sem fins lucrativos tem acolhido em Roraima mais de 6.000 refugiados, mas os recursos não são suficientes para atender a todos que chegam ao Brasil fugindo da fome e da miséria do país vizinho.

“Todos os dias 500 venezuelanos cruzam a fronteira, temos 15.000 pessoas desabrigadas”, revelou o empresário na Expo Cristã.

“Essa campanha de acolhimento está baseada em Mateus 25”, completou ele.

A campanha para incentivar lideranças evangélicas a adotarem uma família foi endossada pela primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que gravou um vídeo exclusivo para a Expo Cristã incentivando lideranças de todo o país a participarem desse movimento.

Além das lideranças, o convite para participar dessa campanha do bem é estendido para homens e mulheres de todo o país que tenham condições de acolher uma família, oferecendo moradia.

Empresários que possam oferecer emprego para esses refugiados também podem contribuir com o projeto.

Josué Valandro Jr conversou com o Gospel Prime em entrevista exclusiva. 

Em 28 de outubro do ano passado os brasileiros foram às urnas e elegeram Jair Bolsonaro com 57,8 milhões de votos.

O apoio dos evangélicos foi decisivo para esse resultado que tirou o Partido dos Trabalhadores do Poder depois de quase 16 anos de governo.

O pastor Josué Valandro Jr, da Igreja Batista Atitude, foi um dos vários líderes evangélicos que apoiou Bolsonaro publicamente, não apenas por estar insatisfeito com o governo do PT, mas também por acompanhar uma dos membros de sua igreja: Michelle Bolsonaro, hoje primeira-dama do Brasil.

Valandro Jr. foi escolhido para ministrar aos pastores durante o culto de abertura da 15ª Expo Cristã em São Paulo e conversou com o Gospel Prime fazendo uma avaliação dos primeiros meses do governo Bolsonaro.

“A eleição de Jair Bolsonaro tem mais a ver com a incompetência dos governos anteriores do que com a campanha do Jair Bolsonaro que foi muito simples e com pouco dinheiro”, disse o pastor.

Em sua visão, o Brasil escolheu um governo de direita por não aguentar mais a forma de governo que o PT instalou no país, com corrupção e a destruição de valores morais.

“As pessoas não aguentavam mais o rumo que o Brasil estava tomando, aquela roubalheira toda, e a falta de respeito com a família, aquela vontade de erotizar criança o tempo inteiro, aquela coisa de comprar sindicatos, canais de televisão, comprar tudo o que é organismo para se manter no poder”.

Josué Valandro Jr. e Michele Bolsonaro

Josué Valandro Jr. e Michele Bolsonaro. (Foto: Reprodução / Instagram)

O pastor se mostrou satisfeito com as mudanças implantadas no governo Bolsonaro e criticou a perseguição que a mídia tem feito contra o presidente.

“Eu vejo o país, em nove meses de governo, vivendo um outra realidade, os cargos que já foram destituídos, projetos que já foram instalados, projetos ruins que foram retirados, o Brasil já é outro”, declarou.

“Mas a imprensa, que perdeu verbas federais, ela bate o tempo inteiro no presidente, ela não fala uma coisa boa”.

Falando sobre a participação dos evangélicos na política, o pastor fez um alerta: “A igreja precisa entender que Bolsonaro não é Jesus, ele é um homem e como homem ele vai cometer erros também, ele não vai acertar o tempo inteiro e nós temos que sustentá-lo em oração para que a gente chegue a uma condição de ver um país melhor dentro de alguns anos”.

Jair e Michelle Bolsonaro e Josué Valandro Jr.

Presidente eleito Jair Bolsonaro participa de culto na Igreja Batista. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Valandro disse que “quatro anos de governo não é suficiente para mudar tudo que tem que mudar neste país”, pois foram quase 20 anos “de colapso moral e governamental”, mas ele acredita que veremos melhoras. “Eu creio que a gente vai tomar um novo rumo”.

Sobre minorias, o pastor parabenizou o governo por não retirar direitos, com a manutenção do ministério da Mulher e com preservação da secretaria que cuida de direitos da comunidade LGBTQ+.

“Quero ver se vão continuar chamando de fascista, homofóbico, racista… como vão falar isso, não vai colar. Se o país já melhorou em nove meses, imagina em quatro anos”, concluiu.

 

Mesmo aposentada do cargo de líder, Phyllis Harper continua ajudando na cozinha 

Por 32 anos a idosa Phyllis Harper, 88 anos, mora em Rapid City, Dakota do Sul (EUA) liderou o projeto Missão Resgate Cornerstone, um programa que oferece jantar a populações desalojadas e marginalizadas da cidade.

Criada no Evangelho, Harper, como filha de pastor da Bethel Church, começou seu ministério ensinando na escola dominical para meninas e cantou no coral da igreja, até que começou a ajudar na Missão Resgate, assumindo o posto de líder quando o cargo ficou vago.

Em agosto deste ano ela se aposentou do posto de liderança, e ao site News AG, da Assembleia de Deus norte-americana, ela revelou que em mais de três décadas raramente se ausentou do compromisso.

“Fui abençoada por quase nunca estar doente”, revelou. Uma das vezes que ela não pode comparecer foi quando seu esposo, Jack Harper, adoeceu e precisou se tratar do câncer em outro estado. “Ele morreu em 2002”, revelou.

“Há um senso de comprometimento na idade de Phyllis que você não vê mais”, diz Deb Berg, coordenadora voluntária da Cornerstone. Mesmo aposentada da liderança, ela continua ajudando na cozinha e preparando as refeições.

O projeto atende pelo menos 150 pessoas oferecendo alimentação diariamente. “São milhares de pessoas que Phyllis ajudou a experimentar o amor de Deus”, diz Berg.

Com a aposentadoria, Harper deseja passar mais tempo com seus filhos e suas famílias, mas ela não pretende parar de servir a Deus e continua frequentando a oração das mulheres e estudo bíblico.

Apesar da idade, Harper também faz visitas a membros que estão com problemas de saúde oferecendo carona até as consultas médicas.

“Se você quer ser uma bênção e ser abençoado, precisa se envolver”, diz Harper. Além da igreja, ela serve em sua comunidade de condomínios, onde sua experiência em jardinagem é útil no comitê do terreno.

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