Guedes diz que classe política vai fazer 'a parte dela' pela reforma da Previdência

Ministro da Economia participa de seminário sobre a reforma da Previdência em Brasília. Ele disse, ainda, que o presidente Jair Bolsonaro faz a reforma 'com dor': 'é como uma cirurgia'.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (22) acreditar que a classe política fará a "sua parte" e aprovará uma reforma da Previdência Social que gere uma economia de R$ 1 trilhão aos cofres públicos em dez anos.

Paulo Guedes deu a declaração durante seminário sobre a reforma da Previdência, promovido pelo jornal "Correio Braziliense", em Brasília.

"Eu vejo o presidente da Câmara [Rodrigo Maia] assumindo o protagonismo. Alcolumbre [presidente do Senado] já disse que vai montar uma comissão paralela para que não atrase no Senado. E aí votamos rapidamente. Isso é extraordinário. Como vou dizer que a classe politica não esta fazendo a parte dela? Vai fazer a parte dela, estou seguro, e acho que vai ser uma reforma de R$ 1 trilhão [de economia em dez anos]", declarou ele.

A reforma da Previdência, enviada ao Congresso em fevereiro deste ano pelo presidente Jair Bolsonaro, está em tramitação em comissão especial na Câmara dos Deputados. O texto já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Durante seminário, o ministro da Economia também comparou a reforma da Previdência a uma "cirurgia" que precisa ser feita.

"Não posso reclamar em nada, tenho total apoio do presidente da República. Mas dizem que ele deveria ir para a mídia social e ficar o dia inteiro ficar gritando [viva a] reforma da previdência. Ia se falsificar, falsificar a natureza dele. Ele faz isso com dor, eu faço isso com dor, mas tem de ser feito, é como uma cirurgia, você tem um filho, uma mãe, doente, e precisa fazer a cirurgia, você vai dizer: estou com pena. Não, você vai dizer: faça a cirurgia", afirmou. 

Com a aprovação de uma reforma da Previdência que resulte em uma economia de R$ 1 trilhão aos cofres públicos em 10 anos, o ministro Guedes afirmou que o Brasil ganhará "um ingresso" para estudar um regime de capitalização - no qual os trabalhadores na ativa contribuem para sua própria aposentadoria. No sistema atual, de repartição, os trabalhadores na ativa bancam os benefícios dos aposentados.

"Vamos garantir [no regime de capitalização] um salário mínimo para todo m undo. Não é o banco, é uma indústria nova, seguradora, vamos credenciar, regular, vigiar e garantir para que os jovens que entrarem hoje", acrescentou Paulo Guedes.

Ele avaliou ainda que, com a reforma da Previdência aprovada, abre-se um horizonte de investimentos na economia brasileira de dez a 15 anos. "Os investimentos privados voltam, com acumulação de capital, tendo essa visão de estabilidade [nas contas públicas], com equilíbrio financeiro por duas décadas, e aí vamos olhar o resto do programa", acrescentou.

 

Privatizações

 

O ministro da Economia também declarou que, depois de encerrado o capítulo da reforma previdenciária, o governo já está preparando os próximos passos de sua agenda na área econômica.

Ele citou, por exemplo, a necessidade de diminuir os gastos, que embora financeiros também aumentam o endividamento brasileiro, dos juros da dívida pública - que somam mais de R$ 350 bilhões por ano. Para isso, Guedes voltou a defender as privatizações.

"Com as privatizações, vamos reduzir a dívida. Tinha botado uma meta de US$ 20 bilhões para este ano, de R$ 80 a R$ 100 bilhões, e já privatizamos US$ 11 bilhões. Mais da metade [do valor previsto para 2019] em menos da metade do tempo. Por enquanto, não tem peixe grande. Só coisinha pequena, concessão ali, porto ali, daqui a pouco vão entrar os grandes. Vamos começar os grandes também. tudo está sendo preparado, com as privatizações vamos travar essa despesa, que para o Brasil é uma vergonha", declarou ele.

testemunho de um jovem rapaz que vive na Turquia ilustra muito bem a dificuldade encontrada por muitos que decidem entregar suas vidas para Jesus Cristo em países com elevado grau de intolerância religiosa.

Identificado apenas por Omer e tendo o nome  verdadeiro omitido por razões de segurança, o jovem contou seu relato de conversão. Na época ele tinha 12 anos, quando disse ter sentido a presença poderosa de Jesus Cristo.

“Eu sou da Turquia e não venho de uma família cristã. Desde cedo comecei a investigar diferentes religiões. Eu me lembro quando meu pai me levou para passear. Por alguma razão, ele me levou para uma igreja… não sei por quê”, disse Omer.

A entrada no templo imediatamente impactou o jovem garoto, que logo percebeu haver algo especial naquele momento. “Era véspera de Natal. Eu tinha 12 anos”, disse Omer, lembrando que na ocasião fez uma oração sincera a Deus pedindo orientação acerca da verdade. Até então ele não conhecia nada sobre Jesus Cristo.

“Na minha busca, estava lendo uma Bíblia. De repente, senti que Jesus Cristo estava diante de mim. Eu não conseguia entender o que estava acontecendo. Instantaneamente, caí de joelhos e disse: Jesus Cristo, eu acredito em você'”, contou o rapaz.

 

Esse momento, porém, foi o início da sua caminhada de fé. Ele precisava lidar com os seus pais, que não eram convertidos. Pela primeira vez em sua vida, Omer sentiu na pele o significado de perseguição religiosa por seguir a Jesus.

“Soube que havia encontrado verdade e propósito para minha vida. Mas contar à minha família resultaria em graves conseqüências. Foi o momento mais difícil da minha vida”, lembra o rapaz. Apesar dos temores, o amor a Jesus lhe deu coragem.

“Eu orei: ‘Se você quer que eu diga aos meus pais, eles devem vir até mim e perguntar sobre o cristianismo’. Cinco minutos depois, minha mãe entrou no meu quarto e viu uma cruz pendurada no meu pescoço. ‘O que é isso? Você se tornou um cristão?!”, conta.

“Eu disse a ela que tinha. Ela começou a chorar. Era como se eu tivesse cometido assassinato. Meus pais começaram a me pressionar com espancamentos para me fazer retratar. Por dois anos, eles só me deixaram sair de casa para ir à escola, para me impedir de ir à igreja. Eu lhes trouxe vergonha”, lembra Omer.

Finalmente, o amor a Jesus Cristo foi mais forte que a perseguição religiosa sofrida por Omer. Ele continuou seguindo os Evangelhos e dois anos depois conseguiu visitar uma igreja, onde recebeu orientações do pastor local.

 

Até hoje os pais de Omer não se converteram, mas ele continua firme em sua fé, servindo de testemunha para os demais que em Jesus, como nova criatura, apesar das dificuldades, o amor prevalece, sempre. Com informações: Portal Padom.

Maia avalia que é 'difícil' manter servidores estaduais na reforma da Previdência

Presidente da Câmara afirmou nesta quarta-feira (22) que, na avaliação dele, não adianta Congresso resolver problema previdenciário da União e deixar estados acumulando déficits.

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quarta-feira (22) que, na avaliação dele, vai ser difícil manter os estados na proposta de reforma da Previdência que tramita atualmente em uma comissão especial da Casa.

Para Maia, se as previdências dos governos estaduais forem excluídas da reforma enviada ao Congresso Nacional pelo presidente Jair Bolsonaro, os déficits dos estados continuarão aumentando. No médio e longo prazo, prevê o deputado do DEM, as administrações estaduais perderão a capacidade de cuidar,por exemplo, da segurança pública.

De acordo com o presidente da Câmara, nos últimos quatro anos o déficit da Previdência nos estados dobrou.

“Eu acho que vai ser difícil que eles [os estados] fiquem, mas eu, pessoalmente, continuo solitariamente defendendo que o sistema é único. Não adianta resolver parte da doença do corpo, porque se você resolver parte da doença e deixa a outra doente, morre o corpo inteiro. A federação é um sistema. Não adianta revolver o problema previdenciário da União e deixar a Previdência dos estados gerando déficits enormes", declarou Rodrigo Maia após participar de seminário sobre Previdência organizado, em Brasília, pelo jornal "Correio Braziliense".

A inclusão de servidores municipais e estaduais na reforma não tem impacto na economia prevista para a União, mas é considerada um ponto crucial para reequilibrar as finanças dos governos estaduais. Atualmente, há pressões dentro do parlamento para tirar estados e municípios da reforma da Previdência Social.

 

Desafios da reforma

 

No painel sobre a Previdência Social, Rodrigo Maia também afirmou que o governo terá pela frente desafios na condução da reforma, como a questão do abono salarial e da capitalização.

O texto proposto pelo governo Bolsonaro dificulta o acesso dos trabalhadores ao abono salarial (PIS/Pasep). A proposta de emenda à Constituição sugere que apenas quem tiver renda mensal de um salário mínimo continue tendo direito ao benefício. Hoje, o abono é destinado a quem ganha até dois salários.

 

Já a capitalização é uma espécie de poupança que o trabalhador faz para garantir a aposentadoria no futuro, na qual o dinheiro é investido individualmente, ou seja, não 'se mistura' com o dos demais trabalhadores. O modelo atual é o de repartição, no qual quem contribui paga os benefícios de quem já está aposentado.

A proposta de mudança nas regras previdenciárias analisada pelo Congresso Nacional sugere que a capitalização substitua gradualmente o atual sistema.

“Temos que discutir os temas que geram mais conflitos na sociedade, se a gente fingir que não tem problema, na hora que for para o voto vai perder, e perder um tema como abono salarial custa muito caro para o R$ 1 trilhão que a gente precisa economizar. É importante a gente colocar o problema e ver se há uma solução para o problema ou uma melhor divulgação do por que aqueles assuntos precisam estar na reforma da Previdência", ponderou o presidente da Câmara no evento do "Correio Braziliense".

Maia defendeu que o sistema de capitalização proposto pelo governo Bolsonaro seja aprovado pelos congressistas na reforma e a regulamentação seja feita posteriormente.

 

"A capacidade da base da sociedade de poupar é muito pequena. Então, a capitalização pode estar aprovada e a regulamentação vir em um segundo momento, onde a gente já tenha a desigualdade caindo, o desemprego caindo, para termos clareza que a maior parte dos brasileiros vai poder garantir a sua poupança", disse Maia.

 

 

crise na Venezuela, controlada pelo regime socialista ditatorial de Nicolás Maduro, tem feito com que milhares de venezuelanos dependam de ajuda externa para conseguir sobreviver, visto que há falta de comida e outros suprimentos básicos no país, como remédios.

Enfrentando uma série de apagões de energia há mais de três meses, a Venezuela também possui dificuldade de oferecer água potável aos seus habitantes, visto que industrias inteiras ficam sem condições de operacionalização. 

Visando amenizar os problema humanitário do país, a rede americana de TV e rádio CBN News organizou um projeto de ajuda aos venezuelanos, chamado “Operation Blessing” (“Operação Benção”, em tradução livre).

Além de realizar doações de alimento aos venezuelanos refugiados na fronteira com a Colômbia, os voluntários também oferecem consultas médicas. Uma equipe de obstetrícia, por exemplo, atendeu 615 pessoas em La Parada durante dois dias.

Outra iniciativa de grande importância tem sido a medicação dos moradores que, por causa da crise de alimento na Venezuela, contraíram problemas gastrointestinais devido ao consumo de alimentos estragados ou mal manipulados.

 

Em La Carpa, a Operação Bênção em parceria com a JOCUM (Jovens com uma Missão), serviu 1.108 refeições aos venezuelanos. Devido às condições físicas dos refugiados, os alimentos possuem alto teor de fibras e sais minerais, incluindo na dieta aveia e frutas.

Segundo informações do site oficial da Operação Benção, o projeto na Venezuela está ganhando corpo, pois é cada vez maior o número de voluntários que aderem ao projeto. Eles contam como é feito o processo de purificação da água para distribuição aos refugiados. 

“Ao cruzar para a Colômbia, muitos refugiados venezuelanos fazem suas casas temporárias em favelas espalhadas ao longo da fronteira. As condições são difíceis, pois muitas famílias estão lutando para encontrar recursos básicos”, diz o grupo.

“Graças aos nossos generosos parceiros, a Operação Blessing está trabalhando em favelas como El Talento, abençoando os venezuelanos com alimentos, cuidados médicos básicos e filtros de água para fornecer água limpa”, destacam.

A purificação é feita com uma espécie de comprimido chamado “Aquatabs”. Ele é colocado na água para matar os microorganismos, tornando ela potável para o consumo humano.

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