MUNDO CRISTÃO

“Todas as coisas cooperam para o bem”, diz Heloisa Périssé ao descobrir tumor

Atriz cancelou turnê e passou por cirurgia

A atriz Heloisa Périssé precisou cancelar a turnê da peça “Loloucas” para iniciar um tratamento de radioterapia e quimioterapia por conta de um tumor nas glândulas salivares.

Através das redes sociais, a humorista explicou aos fãs o motivo de sua ausência e aproveitou para tranquilizá-los quanto à esta notícia.

“A vida dá umas cambalhotas interessantes. O motivo foi um tumor nas minhas glândulas salivares e, agora, vou me voltar 100% para a minha saúde”, disse.

A atriz, que é cristã, também fez questão de dizer que tem se firmado na fé.

“Mas, como todo mundo sabe, minha fé é a coisa mais importante da minha vida. Eu creio que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Está tudo certo. Sou forte!”, completou ela nos stories do Instagram.

Ela ainda se mostrou confiante na cura contra a doença e prometeu rir muito com seus seguidores.

“Vou fazer sessões de radioterapia, quimio e o que for e daqui a pouco eu estou a mil de novo! E ainda vamos rir muito! Porque bom humor, graças a Deus, é o meu olhar pra vida e quero ser assim principalmente agora”.

 

 
 
 
 

 

ENTRETENIMENTO

Joey Lawrence e Michael W. Smith estrelam filme sobre criminoso que virou pastor

Ainda não há previsão para o lançamento do filme

 

Está sendo filmado em Valparaíso, Indiana (EUA), o filme “Pardoned by Grace” [Perdoado pela graça] que conta a história de transformação de Scott Highberger, um criminoso norte-americano que se tornou pastor.

O longa será estrelado por Joey Lawrence, que ficou famoso nos anos 90 no seriado Blossom. Ele interpretará Highberger neste filme ainda sem previsão de lançamento, segundo o The Christian Post. 

Já o cantor Michael W. Smith viverá o pastor Dave Gargano, da Road to Life Church, o religioso que foi uma influência positiva na vida de Highberger e que ofereceu a oportunidade dele mudar de vida ao empregá-lo na igreja onde, mais tarde, ele foi ordenado a pastor.

A história de Highberger falará sobre mudança de vida, contando como um homem que passou quase 22 anos tendo problemas com a Justiça se rendeu a Cristo e mudou de vida.

O filme está sendo produzido pela Graham Family Films, tendo Ben Graham, neto de Billy Graham, como produtor. O diretor do filme é Kevan Otto, um policial que se tornou escritor e diretor de filmes cristãos. 

 

 

POLÍTICA

Câmara pagou R$ 157 mil para tratamento dentário de Marco Feliciano“Sou político e pregador. Minha boca é minha ferramenta”, justificou.

A Câmara dos Deputados pagou R$ 157 mil por tratamento odontológico para o deputado Marco Feliciano (PODE-SP).

Feliciano afirma que precisava corrigir um problema de articulação na mandíbula, além de implantes e aplicação de coroas na boca.

O parlamentar disse ao jornal O Estado de São Paulo que sofria de dores crônicas relacionadas ao bruxismo. “Não desejo para ninguém”, afirmou. “Sou político e pregador. Minha boca é minha ferramenta”, justificou.

Marco Feliciano apresentou o pedido de reembolso pelo tratamento no mês de abril, tendo sido rejeitado na primeira tentativa, por incompatibilidade entre os valores apresentados e os preestabelecidos pela Casa.

No entanto, o parlamentar recorreu da decisão e apresentou um laudo de seu dentista, que acabou sendo aprovado pela Mesa Diretora, formada por sete parlamentares.

Faz parte do cargo político um plano médico ligado à Caixa Econômica Federal, que garante o reembolso de serviços médicos e odontológicos. Essas despesas têm sido autorizadas quase que automaticamente pela Casa, no valor de até R$ 50 mil.

Como a despesa do político ultrapassava este valor, é necessário entrar com um pedido na Mesa Diretora, que tende a aprovar o pedido feito pelos colegas. A Câmara gastou R$ 8 milhões somente com reembolsos médicos, no ano passado.

Feliciano reconheceu que o tratamento foi “caro”, mas comparou o seu tratamento com outros, que teriam sido mais onerosos para os cofres públicos.

“É um tratamento caro, mas foi para saúde, e não para estética. Foi para poder trabalhar. Como sou empregado, e onde trabalho há esta alternativa, eu precisava do tratamento”, afirmou. “Não há crime.”

O tratamento foi realizado em uma clínica odontológica de Luziânia (GO), a 47 quilômetros de Brasília.

Marco Feliciano é o deputado mais caro de São Paulo, sendo o que mais gasta com a cota parlamentar.

 
 
 
 
 

 

Produção artesanal ganhou terreno na última década e leis foram criadas para regulamentar atividade.

O queijo é um dos alimentos mais apreciados e presentes na mesa dos brasileiros. Desde os mais tradicionais, passando pelos especiais, exóticos, até chegar aos artesanais, o alimento é imprescindível no dia a dia. Nos últimos anos, o queijo artesanal começou a ganhar terreno e junto com ele, começou a ganhar força um movimento para regulamentar em todo o território nacional esse tipo de produto. Um exemplo é o Queijo Artesanal da Canastra. Hoje premiado, o queijo produzido na região chegou a ser considerado clandestino.

As histórias que levaram a essa mudança estão sendo contadas pelo G1 no especial “Minas dos Queijos”, que mostra a tradição da produção de queijo no Sul de Minas. As reportagens apresentam os detalhes da produção industrial e artesanal nas cidades da região, a influência europeia na fabricação do produto e a luta de produtores artesanais em busca de regulamentação e reconhecimento para produzir e vender para todo o país. O especial traz também dicas de harmonização e culinária envolvendo as diversas nuances do queijo.

A primeira lei que entrou em vigor visando normatizar a produção de queijos no Brasil foi sancionada em 18 de dezembro de 1950 pelo então presidente Eurico Gaspar Dutra e regulamentada em 1952, já no governo Getúlio Vargas. Conforme a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), a Lei 1.283 permitia a produção e comercialização do queijo minas artesanal, desde que ele fosse maturado por no mínimo 60 dias e recebesse o Selo de Inspeção Federal (SIF) do Ministério da Agricultura.

Mas segundo produtores, na prática, essa legislação beneficiou os laticínios, de produção industrial, em detrimento da produção artesanal, já que era praticamente impossível os pequenos produtores conseguirem o selo. Toneladas de queijos artesanais, em estado próprio de consumo, chegaram a ser descartados por não terem o SIF.

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