O divórcio de Kleber Lucas e Danielle Favatto causou enorme repercussão nas redes sociais e também na Igreja Batista Soul, que precisou formar um conselho emergencial. Em comunicado nas redes sociais, o cantor e pastor admitiu uma traição no passado e colocou o cargo à disposição.

Kleber Lucas publicou um extenso comunicado em sua conta no Instagram, dividido em três partes, abrindo os detalhes que o levaram a tomar a decisão de se separar pela terceira vez.

No texto, o cantor e pastor diz que teve um caso extraconjugal há três anos com uma fã e que isso levou a “uma dura repreensão pelo pastor da igreja da outra parte envolvida”, assim como do líder de casais da congregação que ele dirige e de um amigo de confiança.

“Na ocasião, fui orientado a confessar o ocorrido a minha esposa. Consequentemente, assinamos uma ata de confissão e fizemos um pacto de silêncio sobre o assunto; ao confessar tal atitude para minha esposa, sabia que corria o risco de ser difamado e terminar nossa relação, o que seria absolutamente compreensível. Ao contrário do que imaginei, ela decidiu me perdoar”, contou o pastor.

“No que tange a minha liderança, deixo a disposição do conselho emergencial da Igreja Batista Soul a decisão de seguir ou não me tendo como pastor, por entender que a Igreja Local é maior que o pastor”, acrescentou Kleber Lucas.

 

Confira a íntegra do comunicado divulgado nas redes sociais:

Carta aos familiares, à Soul, aos amigos e admiradores. É a vocês que me dirijo.

Sei que a notícia da minha separação surpreendeu grande parte do movimento social religioso, abalou muitos que nos seguem pelas redes sociais e que deixou admiradores e amigos aguardando um pronunciamento da minha parte antes mesmo de fazerem qualquer julgamento. 
Essa notícia chega juntamente com a notícia da mudança de endereço da Soul, agora localizada na Av. das Américas 20.007.

Sobre os fatos, gostaria de pontuar o seguinte:

1- Sim, é verdade que me separei do meu 3° casamento e a decisão foi minha.

2- Sim, é verdade que há 3 (três) anos atrás tive um envolvimento físico, não sexual, com uma fã após um evento. Algumas das consequências desse ato foram: – Uma dura repreensão pelo pastor da igreja da outra parte envolvida, com o testemunho de líderes da referida igreja, bem como do líder de casais da nossa comunidade Soul e de um amigo da minha confiança; – Na ocasião, fui orientado a confessar o ocorrido a minha esposa. Consequentemente, assinamos uma ata de confissão e fizemos um pacto de silêncio sobre o assunto; e
– Ao confessar tal atitude para minha esposa, sabia que corria o risco de ser difamado e terminar nossa relação, o que seria absolutamente compreensível. Ao contrário do que imaginei, ela decidiu me perdoar e me pediu que eu não falasse sobre o assunto com mais ninguém.

3- Os motivos que me levaram a separação são de foro íntimo. Contudo, esclareço que não foi por uma paixão repentina, nem por uma briga comum de casal, mas sim devido a um excessivo desgaste da relação, apesar das inúmeras tentativas de ajusta-la, após o episódio já relatado.

4- Importante destacar que pela minha ex-companheira manteríamos nossa relação, mesmo que aparente, em razão dos danos que poderiam ser causados na comunidade Soul e na vida de tantas pessoas que nos acompanham pela mídia. Porém, eu não consegui sustentar tal circunstância.

5- Em relação as fotos das minhas redes sociais, definitivamente não estou apagando a memória da minha história, da mesma forma como não consegui suprimir a memória dos dois outros casamentos que tive, em especial com a Mabeni, mãe dos meus dois filhos Rapha e Mi por quem nutro profundo respeito e cuidado por ser aquela que me deu minha maior riqueza e sentido para viver.

6- Sobre apagar as fotos da mídia da Soul, a decisão não foi minha mas do conselho emergencial da igreja, composto por pessoas que decidiram cuidar da comunidade entendendo que a Igreja Batista Soul é soberana em seus atos. Aliás, o patrimônio da igreja Soul não é meu, nem herança dos meus filhos e legalmente não me pertence.

7 – Ainda acerca da Soul, é oportuno afirmar que ninguém foi excluído da comunidade e que não houve uma escolha da comunidade por mim e a rejeição por minha ex-esposa, senão um desligamento voluntário dela e de algumas pessoas pelas razões que não cabe a mim responder. A decisão de seguir na caminhada Soul é voluntária e cabe a cada um fazer a escolha de permanecer ou não.

8 – No que tange a minha liderança, deixo a disposição do conselho emergencial da Igreja Batista Soul a decisão de seguir ou não me tendo como pastor, por entender que a Igreja Local é maior que o pastor. A propósito, em linha com minha postura de transparência, uma comissão está sendo criada pelo conselho para checar toda movimentação feita por mim, diga-se de passagem, por necessidade, pois tenho gerido a igreja, desde a saída da nossa administradora, encargo este, que tem me desgatado profundamente, tendo em vista não ser meu dom.

9- Aos familiares (meus e de minha ex-esposa) peço perdão por uma decisão tomada por mim e que sei que os decepciona tanto. Sei que vocês não são obrigados a me perdoar, mas compete a mim reconhecer meus erros e pedir perdão.

10- À Igreja Batista Soul peço perdão e me disponho a dar qualquer satisfação àqueles que são membros da nossa comunidade. Deixo também aos membros da Soul a decisão de seguir me tendo como pastor ou não, em assembléia extraordinária que será comunicada aos membros que ficaram, pelo Conselho emergencial.

11 – Aos amigos e admiradores minhas sinceras desculpas pelos fatos ocorridos.

Por fim, termino dizendo que minha caminhada seguirá sendo pastor daqueles que me reconhecem como pastor, sendo cantor daqueles que me reconhecem como cantor e sendo um homem que tem sonhos, desejos e que não desistiu da vida, nem de Deus e nem da Igreja.

Kleber Lucas, Pastor e Cantor

Guedes diz que classe política vai fazer 'a parte dela' pela reforma da Previdência

Ministro da Economia participa de seminário sobre a reforma da Previdência em Brasília. Ele disse, ainda, que o presidente Jair Bolsonaro faz a reforma 'com dor': 'é como uma cirurgia'.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (22) acreditar que a classe política fará a "sua parte" e aprovará uma reforma da Previdência Social que gere uma economia de R$ 1 trilhão aos cofres públicos em dez anos.

Paulo Guedes deu a declaração durante seminário sobre a reforma da Previdência, promovido pelo jornal "Correio Braziliense", em Brasília.

"Eu vejo o presidente da Câmara [Rodrigo Maia] assumindo o protagonismo. Alcolumbre [presidente do Senado] já disse que vai montar uma comissão paralela para que não atrase no Senado. E aí votamos rapidamente. Isso é extraordinário. Como vou dizer que a classe politica não esta fazendo a parte dela? Vai fazer a parte dela, estou seguro, e acho que vai ser uma reforma de R$ 1 trilhão [de economia em dez anos]", declarou ele.

A reforma da Previdência, enviada ao Congresso em fevereiro deste ano pelo presidente Jair Bolsonaro, está em tramitação em comissão especial na Câmara dos Deputados. O texto já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Durante seminário, o ministro da Economia também comparou a reforma da Previdência a uma "cirurgia" que precisa ser feita.

"Não posso reclamar em nada, tenho total apoio do presidente da República. Mas dizem que ele deveria ir para a mídia social e ficar o dia inteiro ficar gritando [viva a] reforma da previdência. Ia se falsificar, falsificar a natureza dele. Ele faz isso com dor, eu faço isso com dor, mas tem de ser feito, é como uma cirurgia, você tem um filho, uma mãe, doente, e precisa fazer a cirurgia, você vai dizer: estou com pena. Não, você vai dizer: faça a cirurgia", afirmou. 

Com a aprovação de uma reforma da Previdência que resulte em uma economia de R$ 1 trilhão aos cofres públicos em 10 anos, o ministro Guedes afirmou que o Brasil ganhará "um ingresso" para estudar um regime de capitalização - no qual os trabalhadores na ativa contribuem para sua própria aposentadoria. No sistema atual, de repartição, os trabalhadores na ativa bancam os benefícios dos aposentados.

"Vamos garantir [no regime de capitalização] um salário mínimo para todo m undo. Não é o banco, é uma indústria nova, seguradora, vamos credenciar, regular, vigiar e garantir para que os jovens que entrarem hoje", acrescentou Paulo Guedes.

Ele avaliou ainda que, com a reforma da Previdência aprovada, abre-se um horizonte de investimentos na economia brasileira de dez a 15 anos. "Os investimentos privados voltam, com acumulação de capital, tendo essa visão de estabilidade [nas contas públicas], com equilíbrio financeiro por duas décadas, e aí vamos olhar o resto do programa", acrescentou.

 

Privatizações

 

O ministro da Economia também declarou que, depois de encerrado o capítulo da reforma previdenciária, o governo já está preparando os próximos passos de sua agenda na área econômica.

Ele citou, por exemplo, a necessidade de diminuir os gastos, que embora financeiros também aumentam o endividamento brasileiro, dos juros da dívida pública - que somam mais de R$ 350 bilhões por ano. Para isso, Guedes voltou a defender as privatizações.

"Com as privatizações, vamos reduzir a dívida. Tinha botado uma meta de US$ 20 bilhões para este ano, de R$ 80 a R$ 100 bilhões, e já privatizamos US$ 11 bilhões. Mais da metade [do valor previsto para 2019] em menos da metade do tempo. Por enquanto, não tem peixe grande. Só coisinha pequena, concessão ali, porto ali, daqui a pouco vão entrar os grandes. Vamos começar os grandes também. tudo está sendo preparado, com as privatizações vamos travar essa despesa, que para o Brasil é uma vergonha", declarou ele.

Vencedor da Liga da Europa, jogador Olivier Giroud combate a perseguição aos cristãos 

Uma iniciativa que pode ter passado despercebida para os holofotes da grande mídia, certamente não passou para milhões de cristãos que sofrem perseguição religiosa todos os dias por causa da fé no Senhor Jesus Cristo.

Oliver Giroud, atacante francês do Chelsea organizou um evento junto com outros jogadores, todos cristãos, para arrecadar fundos visando combater a perseguição religiosa aos cristãos no mundo. 

O evento aconteceu no último dia 19 de maio em Londres, na Inglaterra, como apoio à organização internacional Portas Abertas, que auxilia os cristãos perseguidos em vários países do mundo.

Além de Giroud, os jogadores Lucas Moura , David Alcibiades e Paul-José M’Poku também financiaram o evento, que teve a parceria da igreja de língua francesa French Connect e a associação Plus Que Sportifs.

O evento arrecadou 11.000 euros, mas outro grande benefício, talvez o maior deles, foi conseguir chamar atenção para uma realidade que parece ignorada por grande parte da mídia secular, que é a perseguição religiosa aos cristãos no mundo pós-moderno.

 

Campeão da Liga da Europa, jogando pelo Chelsea e vencendo o Arsenal por 4-1, Giroud e os demais jogadores conseguiram expor o sofrimento de milhões de cristãos perseguidos ao realizarem um evento que além de arrecadar fundos, disse um “não” à intolerância religiosa.

“É inimaginável ver tantos cristãos perseguidos no mundo hoje. É incrível ter números assim. Nós temos que conversar sobre isso. Precisa haver consciência”, declarou Giroud, segundo informações do Evangelical Focus.

O jogador de futebol disse que o motivo para organizar um evento dessa natureza é por seu amor a Jesus Cristo.  “Se estou aqui, é porque sempre tive uma boa estrela na cabeça. Esta estrela é Deus e seu filho. Estou convencido de que o que estou fazendo é para um propósito: servir a Jesus Cristo”, disse Ele.

Giroud também lembrou de que a sua mãe o levava todos os domingos para a igreja, onde aprendeu os pilares da fé cristã. Hoje ele conta que está cada vez mais interessado no cristianismo. “Agora estou estudando a Bíblia e sinto que quero saber mais sobre a vida de Jesus Cristo”, disse ele.

Maia avalia que é 'difícil' manter servidores estaduais na reforma da Previdência

Presidente da Câmara afirmou nesta quarta-feira (22) que, na avaliação dele, não adianta Congresso resolver problema previdenciário da União e deixar estados acumulando déficits.

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quarta-feira (22) que, na avaliação dele, vai ser difícil manter os estados na proposta de reforma da Previdência que tramita atualmente em uma comissão especial da Casa.

Para Maia, se as previdências dos governos estaduais forem excluídas da reforma enviada ao Congresso Nacional pelo presidente Jair Bolsonaro, os déficits dos estados continuarão aumentando. No médio e longo prazo, prevê o deputado do DEM, as administrações estaduais perderão a capacidade de cuidar,por exemplo, da segurança pública.

De acordo com o presidente da Câmara, nos últimos quatro anos o déficit da Previdência nos estados dobrou.

“Eu acho que vai ser difícil que eles [os estados] fiquem, mas eu, pessoalmente, continuo solitariamente defendendo que o sistema é único. Não adianta resolver parte da doença do corpo, porque se você resolver parte da doença e deixa a outra doente, morre o corpo inteiro. A federação é um sistema. Não adianta revolver o problema previdenciário da União e deixar a Previdência dos estados gerando déficits enormes", declarou Rodrigo Maia após participar de seminário sobre Previdência organizado, em Brasília, pelo jornal "Correio Braziliense".

A inclusão de servidores municipais e estaduais na reforma não tem impacto na economia prevista para a União, mas é considerada um ponto crucial para reequilibrar as finanças dos governos estaduais. Atualmente, há pressões dentro do parlamento para tirar estados e municípios da reforma da Previdência Social.

 

Desafios da reforma

 

No painel sobre a Previdência Social, Rodrigo Maia também afirmou que o governo terá pela frente desafios na condução da reforma, como a questão do abono salarial e da capitalização.

O texto proposto pelo governo Bolsonaro dificulta o acesso dos trabalhadores ao abono salarial (PIS/Pasep). A proposta de emenda à Constituição sugere que apenas quem tiver renda mensal de um salário mínimo continue tendo direito ao benefício. Hoje, o abono é destinado a quem ganha até dois salários.

 

Já a capitalização é uma espécie de poupança que o trabalhador faz para garantir a aposentadoria no futuro, na qual o dinheiro é investido individualmente, ou seja, não 'se mistura' com o dos demais trabalhadores. O modelo atual é o de repartição, no qual quem contribui paga os benefícios de quem já está aposentado.

A proposta de mudança nas regras previdenciárias analisada pelo Congresso Nacional sugere que a capitalização substitua gradualmente o atual sistema.

“Temos que discutir os temas que geram mais conflitos na sociedade, se a gente fingir que não tem problema, na hora que for para o voto vai perder, e perder um tema como abono salarial custa muito caro para o R$ 1 trilhão que a gente precisa economizar. É importante a gente colocar o problema e ver se há uma solução para o problema ou uma melhor divulgação do por que aqueles assuntos precisam estar na reforma da Previdência", ponderou o presidente da Câmara no evento do "Correio Braziliense".

Maia defendeu que o sistema de capitalização proposto pelo governo Bolsonaro seja aprovado pelos congressistas na reforma e a regulamentação seja feita posteriormente.

 

"A capacidade da base da sociedade de poupar é muito pequena. Então, a capitalização pode estar aprovada e a regulamentação vir em um segundo momento, onde a gente já tenha a desigualdade caindo, o desemprego caindo, para termos clareza que a maior parte dos brasileiros vai poder garantir a sua poupança", disse Maia.

 

 

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